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Menor força muscular está associada à maior mortalidade e morbidade

Por: Universidade de Glasgow

Medir a força de preensão – um teste clínico que é barato e fácil de realizar – pode ser uma maneira importante de identificar pessoas com alto risco para uma ampla gama de doenças.

Uma nova pesquisa, conduzida pelo Instituto de Ciências Cardiovasculares e Médicas da Universidade de Glasgow e publicada no jornal BMJ, descobriu que a menor força de preensão estava fortemente associada a uma ampla gama de resultados de saúde mais fracos, incluindo doenças cardiovasculares e câncer. O estudo também demonstrou que maior força de preensão estava associada a um menor risco de todas as causas de mortalidade.

O teste de força de preensão leva apenas alguns segundos, e os pesquisadores sugerem que a adição deste teste na prática clínica poderia melhorar a capacidade de predição de um escore de risco  (que atualmente inclui avaliação de idade, sexo, status de diabetes, índice de massa corpórea, pressão arterial sistólica e tabagismo), identificando pessoas com baixa força de preensão que poderiam se beneficiar de outras avaliações de saúde. Os pesquisadores acreditam que isso pode ser de uso particular em áreas onde o acesso a medidas bioquímicas do sangue, como o colesterol, não é possível.

A força muscular inferior já é conhecida por estar associada a maior mortalidade e morbidade. No entanto, neste estudo, os pesquisadores conseguiram vincular especificamente a menor força de preensão com uma maior incidência e mortalidade por doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e câncer.

O estudo analisou 500.293 participantes do Reino Unido e as associações entre menor força de preensão e resultados adversos de saúde foram consistentes entre homens e mulheres.

Os pesquisadores também investigaram se o risco de força de preensão diferia por idade e descobriram que os riscos associados à baixa força de preensão eram um pouco mais fortes nos grupos etários mais jovens. Essas descobertas sugerem que medir a força de preensão pode ser útil em uma ampla faixa de idades.

O autor principal Dr. Stuart Gray, Professor de Exercício e Saúde Metabólica, disse: “Muitos estudos já mostraram que a menor força muscular está associada com maior mortalidade e morbidade. Queríamos investigar a associação da força de preensão com a incidência de doenças específicas e mortalidade, e se a força de preensão poderia ser usada na clínica para melhorar a previsão de um escore de risco estabelecido no consultório.

“Descobrimos que não apenas a força de preensão menor estava fortemente associada a uma ampla gama de resultados adversos na saúde, mas que previa risco de morte e doença cardiovascular ainda mais forte do que a pressão arterial sistólica ou atividade física”.

O Dr. Gray disse: “Nossas descobertas são importantes porque indicam que a adição da medida da força de preensão pode ser útil na triagem para risco de doença cardiovascular em ambientes comunitários ou rurais, e em países em desenvolvimento onde o acesso a medidas, como o total colesterol e a glicemia, não é possível.

“No futuro, precisamos realizar testes que medem a força de preensão em ambientes clínicos e investigar sua eficácia na predição de risco”.

Este estudo do Reino Unido Biobank foi composto de 502, 628 participantes recrutados entre abril de 2007 e dezembro de 2010, com idade entre 40-69 anos, da população em geral em toda a Inglaterra, País de Gales e Escócia.

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