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Dieta low-carb e diabetes

Saiu uma matéria na revista americana Men’s health em 2006 entitulada “A Cura Para Diabetes”: E se a Associação Americana do Coração suportasse a dieta da gordura trans? Seria um problema, certo?  Veja com o que a Associação Americana de Diabetes está alimentando os diabéticos: Açúcar. Sem problemas: Temos a solução aqui. Esta matéria da Men’s Health foi traduzida para português na íntegra por Antônio Carlos Junior, Hilton Sousa e eu, como uma sugestão do Dr. Souto e você pode lê-la clicando na imagem abaixo ou aqui.
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A crítica se deve ao fato da Associação Americana de Diabetes estar recomendando uma dieta alta em carboidratos para diabéticos, mesmo em luz de um grande corpo de evidências sugerindo o oposto, ou seja, uma dieta baixa em carboidratos para a cura da diabetes.

Similarmente, de acordo com a ADA, a Associação Americana de Diabetes na época, o consumo de doces não era uma preocupação, uma vez que a sacarose, ou açúcar de mesa, aumenta o açúcar sanguíneo do mesmo modo que o amido dos alimentos. Logo, de acordo com esta lógica, carboidratos são bons para diabéticos como são para qualquer indivíduo, e portanto, o açúcar é bom para todos também. Errado! Isto não é o que a ciência mostra, ponto final. O artigo elucida este contraste das recomendações vigentes e com o que as evidências sugerem para diabéticos e para indivídos com transtornos metabólicos.

Enfatiza que uma série de estudos publicados desde 2003 demostram que a dieta low-carb reduz o risco de doenças cardiovasculares, incluindo diabetes mais do que outras dietas. Verdade, a restrição de carboidratos favorece a queima de gordura e a melhora dos biomarcadores de saúde.

O problema com a ADA é que ela não apoia estudos com menos de 3 anos de duração como evidência, entretanto, isto está limitando totalmente o campo de visão e compreensão da ciência por trás do tratamento da diabetes, uma vez que estudos clinicos e randomizados são relativamente curtos por natureza, com relação a estudos prospectivos, tanto é que são aceitos pela comunidade científica como sendo o maior grau de evidência científica. Temos um grande problema aqui, vocês percebem? A ADA não aceita como evidência o que representa o maior grau de evidência científica!  Este é um grande paradoxo que limita a própria credibilidade da instiuição.

Outros pontos importantes da matéria:

  • “Em 2003, pesquisadores da Universidade Duke foram designados para testar as descobertas do Dra. Mary Vernon, presidente da Sociedade Americana de Médicos Bariátricos, em um ambiente de laboratório. Os resultados de seu estudo de 16 semanas: 17 dos 21 pacientes diabéticos que participaram foram capazes de reduzir significativamente a sua medicação ou eliminá-la por completo.”
  • “Em uma pesquisa com mais de 2.000 pessoas seguindo a dieta low-carb, Richard Feinman, Ph.D., diretor da Sociedade de Nutrição e metabolismo dos EUA e professor de bioquímica do centro médico SUNY Downstate, em Nova York, descobriu que 80 por cento realmente consomem maiores quantidades de vegetais, em relação ao que consumiam antes de adotaram a abordagem.
  • Diversos médicos como Dra. Mary Vernon são simples e diretos em suas recomendações. Nas palavras da Dra. Vernon:

Minha primeira linha de tratamento é prescrever uma dieta baixa em carboidratos.”

Isto geralmente é tudo que é necessário para reverter seus sintomas”

Simples! A low-carb reverte boa parte dos sintomas da maioria dos pacientes.

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1 Comentário

  1. Mauro Santos disse:

    Conheci uma endocrinologista em Blumenau que queria tratar a minha diabetes praticamente eliminando os carbs da minha dieta. Na época achei que ela estava sendo muito radical. Se tivesse começado a minha dieta low-carb naquela época, hoje estaria saudável.

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