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Dieta Low-carb agora é a alimentação oficial da Suécia

A Suécia tornou-se o primeiro país ocidental a adotar recomendações alimentares a favor de uma dieta low-carb, rica em gordura e baixa em carboidratos. Há um bom tempo já sabemos do fato que existe um movimento  da dieta low-carb e high-fat (baixo em carboidratos e alto em gordura) que tem crescido muito nos últimos anos, chegando a ser mais reconhecido pela mídia e adotado por 20% da população, de acordo com uma pesquisa recente. No entanto, neste mês a dieta low-carb passou a ser oficial!

O governo sueco por meio da agência governamental SBU (Swedish Council on Health Technology Assessment) “Conselho sueco de avaliação da tecnologia de saúde” conduziu uma revisão de 16 mil estudos publicados em 2013 e divulgou neste mês a conclusão de que dietas com alto teor de gordura e baixo teor de carboidrato levam a uma maior perda de peso e melhor saúde, colocando assim em cheque o absurdo divulgado pela mídia americana e a maioria dos países ocidentais (inclusive o Brasil) de que a gordura, em especial a gordura saturada faz mal para saúde.

De acordo com o professor sueco Fredrik Nystrom, que foi um membro do conselho sueco, esta decisão tomada pelo governo foi uma vitória e que o ceticismo de alguns de seus colegas desapareceu em luz aos estudos científicos conduzidos ao longo do ano, que se mostram coerentes entre si, com resultados que não deixam nenhuma sombra de dúvidas de que gorduras saturadas são benéficas à saúde.

paleo foods

Milhares de estudos científicos levaram o governo sueco a concluir que o consumo destes alimentos beneficia a saúde.

O professor Fredrik Nystrom ainda afirma:

Você não engorda consumindo gorduras, do mesmo jeito que você não fica verde ao consumir vegetais

 Agora todo o povo sueco está ciente de que uma dieta rica em carboidratos não é saudável, podendo levar a diversos problemas de saúde como a síndrome metabólica, diabetes, doenças cardíacas e câncer. Os estudos demonstram que uma dieta com baixo teor de carboidratos e alto teor de gordura tem um efeito positivo sobre o colesterol “bom” HDL, reduzem os níveis do colesterol ruim ”VLDL”, triglicérides, níveis de glicose sanguíneos, etc. Os níveis de colesterol LDL (neutro) se mantém estáveis ou se alteram pouco, em geral.

Durante as últimas décadas temos sido bombardeados pela mensagem propagada pela mídia dos perigos de uma dieta rica em gordura, o que tem sido muito prejudicial ao público que pensa agora que iogurtes lights e sucos são saudáveis e que carne vermelha é o vilão atual. Um sistema de saúde falido, somado à supremacia da indústria de alimentos processados são alguns dos fatos que contribuíram para que muitos profissionais de saúde ficassem confusos com relação à alimentação. O pão com peito de peru light e os salgados com farinha de trigo integral se tornaram os heróis, ajudando a população a manter os níveis de glicose sanguínea altos e a fome gritando o dia todo. A palavra light virou sinônimo de “está tudo bem, não se preocupe, é light!” A carne vermelha virou um alimento diabólico.

 

Vídeo: “A política oficial do governo americano de promover uma dieta com pouca gordura não tinha nada a ver com a ciência e tudo a ver com a política”

Em quanto tempo os EUA irão deixar de promover os famosos grãos integrais? Quando o Brasil irá deixar de promover o consumo do famoso arroz com feijão e o pãozinho?  Se depender do monopólio governamental com sua política de subsídios aos grãos, nunca. E se depender da grande indústria dos alimentos processados, que já conquistou o público há muito tempo, jamais.  No entanto, este é mais um grande evento a favor da ciência e da promoção do consumo de alimentos de verdade.

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Muito obrigado e bom apetite!

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14 Comentários

  1. Clarissa disse:

    Enquanto aqui no Brasil comemoramos vivamente a divulgação do estilo de vida low carb nas mídias de grande circulação, um país adota essa alimentação como oficial!
    Podemos concluir que há um abismo entre nós, ou que estamos todos avançando, cada um “a seu tempo”?
    Fico com a segunda opção, mas torcendo para que as coisas por aqui passem a “andar mais rápido”, a partir de tomadas de atitude como essa.
    Abraços,

  2. Bernard (MD) disse:

    Bom dia,
    Ótima notícia. Muito boa mesmo. E estou adorando seguir lendo e acompanhando este maravilhoso blog.
    Parabéns e Muitas Felicidades.

  3. Alexey disse:

    Muito boa a notícia! Mas vcs poderiam citar a fonte? Gostaria de linkar a origem dela para alguns amigos.

    obrigado!

  4. Debora Diana disse:

    Olá!
    Parabéns Bruna e Caio por nos trazerem informações tão atualizadas e valiosas. Mais um avanço com certeza! Mas fico pensando que isso funcionaria muito bem para os países desenvolvidos, nos quais as pessoas tem condições de comer dessa forma. Vocês já leram algo a respeito falando das pessoas menos favorecidas? Como elas conseguiriam seguir uma dieta dessas? Eu sigo essa dieta e adoro, mas fico pensando que quem não tem dinheiro para comprar carnes, orgânicos, frutas secas, óleo de coco, ovos caipiras, como faria? Sei que é um dilema, e que não podemos nos deixar abater por esses pensamentos, pois um dia as coisas podem e vão mudar. Mas penso que as pessoas menos favorecidas aqui no Brasil por enquanto não conseguiriam viver sem o arroz e feijão e o pãozinho, que ainda é mais barato de comprar, infelizmente, apesar de todas implicações para saúde. A questão dos subsídios dos grãos realmente teria que mudar, junto da questão da indústria alimentícia…só que não há interesse para isso… Só um pensamento para discussão e reflexão, quem sabe para futuro post. abraços e parabéns pelo trabalho.
    Debora

    • Caio Fleury disse:

      Olá Debora, tudo bem!

      Obrigado pelo comentário, você levantou uma questão muito importante. A primeira vista, para muitas pessoas, a dieta realmente pode parecer cara para pessoas menos favorecidas, contudo penso que com um pouco de planejamento é possível tornar as compras mais baratas. Nós gastamos menos hoje em dia do que gastávamos há 4 anos quando não seguíamos a dieta e recentemente nos organizamos para economizar ainda mais! Ao invés do óleo de coco, por exemplo, poderia ser comprado um coco, que inclusive já vende cortado na feira por R$3,00 e não precisa ser consumido todos os dias. Verduras e um pouco de tubérculos poderiam substituir o arroz, feijão e o pãozinho. Carne de porco, apesar de não ser orgânica, custa menos de 12 reais o quilo. A manteiga custa o dobro do preço da margarina, mas no final do mês a diferença não passa de R$15,00 por pessoa. Resumidamente eu enxergo a questão da seguinte maneira:

      A quantidade de alimentos de fonte animal não necessariamente precisa ser aumentada e em muitos casos (pessoas com sobrepeso e obesas) poderia até ser diminuída, portanto somente os grãos e os alimentos processados ou desnaturalizados seriam substituídos por vegetais, um pouco de tubérculos e frutas, sendo que alguns são facilmente encontradas por menos de R$4,00 o kg. Acredito que tudo seja possível com um pouco de força de vontade e organização. Para quem já gasta muito pouco e não come demais concordo que poderá haver um aumento de custos, que pode ser minimizado, porém não erradicado. Esta é somente minha opinião, no entanto, é possível seguir a dieta Primal/Paleo sem que haja um aumento significativo de custos. O desafio maior ao meu ver é a educação.

      Muito Obrigado novamente,
      Caio

      • Debora Diana disse:

        Olá Caio,
        Obrigada pela resposta! Mais informações para a gente pensar! Você tem razão no sentido de que se as pessoas quiserem, para tudo se acha uma maneira. E planejamento é a chave do sucesso em qualquer empreitada. Mas estamos falando de pessoas que tem dificuldades em todos os sentidos. E além da questão financeira, a mudança de cultura também é um grande entrave. Até as pessoas aceitarem e se conscientizarem de que podem e devem viver sem grãos, de que a carne e gordura são boas para a saúde, vai um tempo ainda. Mas não vamos desanimar! O trabalho de vocês está contribuindo e muito para isso! Um dia chegaremos lá! Enquanto isso vamos divulgando as informações, nos cuidando e dando o exemplo.
        grande abraço,
        Debora

  5. Pri disse:

    Olá, vocês poderiam enviar a fonte dessa informação? Tive dificuldades de encontrar essa notícia no site do SBU e do governo sueco! Obrigada.

  6. Gustavo disse:

    Será que não há uma manipulaçãozinha lá também, não?
    O consumo de gordura lá é em toneladas: manteiga com maionese no mesmo pão! E em quantidades absurdas! Muita carne de porco e salsicha, que é o q a grana aguenta! Fora os frios gordurosos: parma, salame, patê.
    Comida caríssima na escandinávia. Morei lá 9 anos.
    Arroz não é da cultura….
    Mas acham absurdo comer arroz, batata e frango, por exemplo. Dois carbos, nunca!
    Frango é com arroz…..já o peixe é com batatas! Rs.

  7. Marcia disse:

    Depois que comecei a fazer a Low carb, meus exames todos abaixaram os niveis glicose, colesterol, trigliceríades

  8. Marcia disse:

    Depois que comecei a fazer a Low carb, meus exames todos abaixaram os niveis glicose, colesterol, trigliceríades perdi 10 kilos

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