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4 xícaras de café podem ajudar a proteger seu coração

Por: Tim Newman

Como quatro xícaras de café podem proteger o coração

 

Os pesquisadores descobriram que consumir a quantidade de cafeína equivalente a quatro xícaras de café pode ser suficiente para desencadear uma cadeia de eventos celulares que protegem as células de nossos corações.

Parece haver pelo menos um estudo publicado a cada duas semanas elogiando os benefícios para a saúde do café.

Nos últimos anos, os pesquisadores concluíram que a cafeína protege contra diabetes, insuficiência cardíaca e derrame. Níveis mais altos de consumo de café também foram associados a um menor risco de mortalidade. Mas não é só a cafeina do café que está por trás dos benefícios, pois o café é extremamente rico em polifenóis, compostos que fortalecem os processos antioxidantes das células.

Ainda assim, à medida que a evidência aumenta em apoio aos benefícios para a saúde da cafeína, o mecanismo por trás de seus poderes de proteção ainda não é completamente compreendido.

Cientistas da Heinrich-Heine-University e do Instituto de Pesquisa de Medicina Ambiental da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IUF-Leibniz) em Düsseldorf, Alemanha, recentemente se propuseram a identificar as vias celulares envolvidas na capacidade de proteção do coração da cafeína nos animais.

O papel das mitocôndrias

 

Com base em experimentos anteriores, os autores do novo estudo descobriram que os níveis de cafeína equivalentes a cerca de quatro xícaras de café melhoraram a função das células endoteliais, que revestem o interior dos vasos sanguíneos.

Eles também revelaram que os benefícios que a cafeína transmitia pareciam envolver mitocôndrias. Estes, como todos sabem, são comumente referidos como os centros de energia da célula

As mitocôndrias ganharam seu título porque, dentro de suas membranas, o trifosfato de adenosina (ATP) – que é a moeda energética da vida – é produzido.

Por outro lado, este estudo descobriu que a ingestão de cafeína a longo prazo poderia exacerbar os sintomas da doença de Alzheimer em algumas circunstâncisa.

Em seu último estudo, eles identificaram um novo ator dentro da mitocôndria que parece ser relevante para o efeito protetor da cafeína: p27. Suas descobertas foram publicadas na revista PLOS Biology.

Primeiramente identificada como um inibidor do ciclo celular, a p27 é uma enzima que normalmente retarda a divisão celular.

Os pesquisadores – liderados por Judith Haendeler e Joachim Altschmied – descobriram que a cafeína fazia com que a p27 se movesse para a mitocôndria. Uma vez dentro dessas organelas, desencadeou tarefas vitais para o reparo do músculo cardíaco após um ataque cardíaco.

Essas tarefas incluem a promoção da migração de células endoteliais e a proteção das células do músculo cardíaco contra a morte celular, também conhecida como apoptose. A p27 também desencadeou atividade em fibroblastos, ou células que sintetizam certos componentes estruturais dos tecidos. A cafeína estimula os fibroblastos a produzir fibras contráteis essenciais.

Além dessas descobertas, os cientistas descobriram que a cafeína protege contra danos ao coração em ratos pré-diabéticos, idosos e obesos. Eles têm grandes esperanças para as implicações futuras desses resultados.

Haendeler conclui: “Estes resultados devem levar a melhores estratégias para proteger o músculo cardíaco de danos, incluindo a consideração do consumo de café ou cafeína como um fator dietético adicional na população idosa”.

“Além disso”, diz ela, “aumentar a p27 mitocondrial poderia servir como uma estratégia terapêutica potencial não apenas nas doenças cardiovasculares, mas também na melhoria da saúde”.

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