Manteiga x Margarina

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Nós sabemos há um tempo que o aumento no consumo de ômega 6 está diretamente relacionado a um aumento na mortalidade por câncer e doenças cardíacas. Eu já escrevi antes sobre os perigos do consumo alto de gordura poliinsaturada ômega 6. O consumo de gordura poliinsaturada omega 6 em excesso influencia negativamente as redes de controles biológicos que dependem das moléculas de ômega 6 eicosanóides, gerando inflamação, baixa imunidade e problemas no sistema nervoso central, diminuindo a capacidade do corpo de lutar contra vírus, infecções, doenças, etc.

A gordura polinsaturada é mais instável, ou seja, está mais sujeita a oxidação do que as outras gorduras, quando são expostas ao calor, luz e ar, sendo o aquecimento o principal responsável pela oxidação. Quando as gorduras polinsaturadas são oxidadas há uma maior liberação de radicais livres, o que danifica as células, o que está relacionado ao envelhecimento. Os radicais livres causados pela oxidação das gorduras destes alimentos também estão relacionados ao surgimento de rugas e problemas na pele, ao contrário dos antioxidantes, tão aclamados pela industria de cosméticos, que protegem as células da pele.

A margarina e os óleos vegetais processados (como óleo de soja, girassol, canola) são muito ricos em ômega 6. Eles são processados em temperaturas extremamente altas, o que torna as gorduras, principalmente as polinsaturadas imediatamente rançosas, o que significa que começaram a se oxidar (já está cheia de radicais livres). A gordura polinsaturada oxidada também contribui para a oxidação do colesterol LDL, o que cria uma forma de condutor do colesterol no sangue que é muito instável e capaz de promover o desenvolvimento de asterosclerose e a formação de plaquetas nas artérias, favorecendo a formação da coagulação sanguínea.

Margarine

Nos artigos os segredos sujos da indústria de alimentos, explicamos sobre o processamento destes alimentos. Eles mostram todo o processo, incluindo a extração química, o aquecimento intenso, branqueamento e desodorização.

Existem muitos estudos comprovando os malefícios das gorduras polinsaturadas ômega 6. Um estudo publicado na folha,  foi feito com o objetivo de avaliar a efetividade em substituir a gordura saturada com o ácido linoleico ômega 6, para a prevenção secundária de doenças cardíacas e morte (para ler o artigo em que critico a posição da mídia nacional a respeito do estudo clique aqui).

Este estudo foi resultado de uma avaliação e atualização dos dados recuperados do estudo: Sydney Diet Heart Study, conduzido de 1966 a 1973, na Austrália. Um estudo duplo-cego, com grupos paralelos, randomizado e controlado.

 Nas palavras o autor do estudo:

Neste grupo, substituir a gordura saturada na dieta por gorduras polinsaturadas Omega 6 aumentou os índices de morte por todas as causas, doenças cardíacas e cardiovasculares. Uma meta-análise atualizada dos estudos não mostrou evidências de benefícios cardiovasculares.

 Em outras palavras, o aumento do consumo de margarina e óleos industrializados aumentou os índices de morte por todas as causas, doenças cardíacas e cardiovasculares.

Apesar de inúmeros estudos comprovando os benefícios do consumo de gorduras saturadas, nossa sofisticada mídia nacional adotou a mesma posição tendenciosa e simplista de sempre ao concluir o artigo com uma conclusão de um nutrólogo: “Esse estudo mostra que não basta substituir a gordura saturada, ela não é a única vilã. É preciso saber pelo que estamos trocando.”

Algumas pesquisas controladas de maior duração em pessoas idosas, uma das melhores e mais compreensivas sobre o assunto, têm demonstrado maior incidência de câncer em grupos grandes de indivíduos que consumiram margarina e óleos industrializados. Estes grupos foram selecionados para estudos de longo prazo (acima de 3 anos), como demonstrado pelo estudo conduzido pelo LA Veterans Administration Hospital, publicado em 1969, um dos estudos mais compreensivos e bem fundados sobre gorduras. Estudos epidemiológicos (observacionais) também tem demonstrado maior incidência de câncer e doenças cardíacas em populações que consomem mais óleos vegetais industriais (margarina) provenientes de grãos. Já outros estudos como um estudo realizado pela universidade de Minnesota nos EUA (1) descobriram uma ligação entre o consumo de margarina e o desenvolvimento da doença de Alzheimer

Agora, vamos comparar a margarina e os óleos vegetais com a manteiga.

A manteiga é rica em vitaminas e minerais essenciais

A manteiga contém a maioria das vitaminas solúveis em gordura (A, E, K e D). A manteiga é uma fonte rica de vitamina A de alta absorção, sua vitamina solúvel a gordura mais abundante. Ela é necessária para uma série de funções no corpo, ela é essencial para o metabolismo adequado da proteína, gera uma melhora no funcionamento do sistema endócrino, promove um sistema imunológico forte, uma melhor função da tireóide, visão, metabolismo ósseo e saúde da pele. A vitamina A é vitamina solúvel em gordura mais abundante presente na manteiga e o consumo regular de manteiga é barato e acessível a populações carentes. Ela também é um antioxidante poderoso e age em sinergia com a vitamina D e a vitamina K2, para um equilíbrio de cálcio melhor nos ossos, o que gera uma maior densidade óssea.

A manteiga é rica em minerais, especialmente selênio, um antioxidante poderoso. A manteiga tem mais selênio do que muitos alimentos.

A manteiga tem sido usada por várias culturas primitivas, o que tem gerado um melhor desenvolvimento ósseo, estrutura facial e dentária, de acordo com os estudos conduzidos pelo Dr. Weston Price, famoso dentista que fundou o instituto Associação dos Dentistas Nacionais e publicou o livro chamado Nutrição e Degeneração Física, manual detalhado da saúde de populações primitivas ao redor do globo e sua relação com a alimentação.

Tribo Massai: nunca foram ao dentista

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As observações de Weston Price levou-o a concluir que o consumo de manteiga, ovos e órgãos presentes na dieta dos povos primitivos e culturas tradicionais, permite que a vitamina A e D façam o seu trabalho de fortalecer os ossos e dentes ao permitir a utilização correta do cálcio e fósforo. Ele descobriu que em populações que alimentos industrializados foram introduzidos, substituindo o consumo de alimentos como estes ricos em vitaminas essenciais solúveis a gordura, os problemas de saúde se tornavam aparentes e as crianças nasciam frequentemente com estruturas ósseas faciais pobres.

A vitamina K2 é uma das vitaminas essenciais que muitas vezes é subestimada, sendo mais abundante na manteiga do que em muitos outros alimentos. Segundo Dr Weston Price ela é essencial para as funções cerebrais e do sistema reprodutor e sua deficiência pode ser a causa de pedras nos rins, já que a vitamina K2 tem a habilidade de prevenir a formação dos cristais de oxalatos de cálcio.

Estudos tem demonstrado que o consumo de vitamina K2 está associado a menores riscos de doenças cardíacas como este estudo conduzido por Johanna M, publicado no The Journal of Nutrition. Já estudos recentes como um estudo publicado pela European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition (EPIC) tem demonstrado que o consumo adequado de vitamina K2 está associado a uma redução nos níveis de câncer de próstata.

Segundo Dr Weston Price quantidades impróprias de vitamina K2 durante a gravidez gera calcificação de áreas cartilaginosas dos ossos das crianças, que deveriam continuar a crescer, gerando um estrutura facial subdesenvolvida podendo ter uma falta de espaço entre os dentes para que eles possam nascer corretamente. Nas culturas tradicionais estudadas pelo Dr. Price, alimentos como órgãos, manteiga e ovos eram considerados muito importantes, sendo priorizados na alimentação de mulheres gestantes.

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A manteiga é rica em gorduras saudáveis e essenciais

A manteiga é rica em ácidos graxos de cadeia curta e média. Estes ácidos graxos são utilizados mais rapidamente como fonte de energia, ao invés de serem estocados como gordura corporal. A manteiga tem quantidades significativas de ácido butírico que possui propriedades anticancerígenas, ajuda no controle do peso, promove a saúde da flora intestinal e age como antiinflamatório.  Contém o acido graxo saturado, acido láurico que contém propriedades antivirais e antimicrobiais e é rica em ácido linoléico conjugado (CLA) que fornece uma grande proteção contra o câncer.

Ao contrário da margarina, que é rica em gordura polinsaturada ômega 6 oxidada, a manteiga possui quantidades muito baixas de ômega 6, que é balanceada com o efeito antiinflamatório de quantidades que são praticamente iguais de ômega 3.

A manteiga é rica em gordura saturada

O cientista da universidade de Stanford, Dr. Loren Cordain, em uma de suas pesquisas reúne dados sobre a alimentação de diferentes populações indígenas isoladas e de caçadores-coletores e analisa a quantidade de gordura saturada consumida por essas sociedades. Com base nos dados reunidos foi constatado que a média de consumo de gordura saturada das 229 sociedades indígenas de caçadores-coletores foi de 11,3% a 17% das calorias consumidas diariamente. Sua equipe de pesquisa também analisou o consumo de gorduras saturadas tendo como base fósseis de hominídeos, que demonstraram um consumo similar ao dos caçadores-coletores atuais.

Em 2009 alguns estudos de meta-análise foram feitos provando que a gordura saturada não gera doenças cardíacas  Já o consumo de altas quantidades de gorduras poliinsaturadas da margarina e de óleos vegetais industrializados foi associados a um maior nível de desenvolvimento de doenças cardíacas (para mais informações sobre o mito da gordura saturada e do colesterol clique aqui).

O consumo de gorduras saturadas e o colesterol é beneficial de diversas maneiras

    • O baixo consumo de gordura saturada é prejudicial ao nosso sistema neurológico, tornando os indivíduos mais suscetíveis a desenvolverem transtornos mentais. Níveis baixos do consumo de gordura saturada e baixos níveis de colesterol está muito relacionado a violência, agressividade e depressão, pois aumenta os níveis dos receptores de serotonina (neurotransmissor responsável pelo controle do humor).
    • Seu consumo regula o stress, energia e hormônios sexuais (estrogênio, DHEA,testosterona).
    • Ácidos graxos saturados e o colesterol constituem a maior parte das membranas celulares. Eles dão as nossas células a rigidez e integridade necessárias.
    • Ele tem um papel essencial na saúde dos nossos ossos.
    • É associado a menores níveis de doenças cardíacas e protege o fígado do álcool e outras toxinas.
    • Junto com o colesterol a gordura saturada fortalece o sistema imunológico.
    • Possibilita uma melhor utilização de ácidos graxos de cadeia longa, pois são melhores absorvidos nos tecidos quando a dieta é rica em gordura saturada.
    • O colesterol há muito tempo é reconhecido como um antioxidante vital, que nos protege dos riscos dos radicais livres e ajuda a curar danos às artérias.
    • A gordura não é prejudicial! Muito pelo contrário ela é o combustível preferido pelo metabolismo para ser usado como fonte de energia e tem sido assim durante a maior parte de nossa evolução como espécie quando havia grande disponibilidade de gordura para ser consumida ao longo de milhares de anos e a baixa disponibilidade de carboidratos.

Conclusão

A manteiga é um alimento incomparavelmente superior a margarina e óleos vegetais industrializados e pesquisas já demonstram isso há muito tempo. Já temos evidências suficientes de que trocar a velha manteiga pela margarina é uma decisão nutricional que prejudica a saúde e a vida.  Infelizmente, hoje em dia, com os interesses comerciais de grandes corporações este fato não é de conhecimento comum da população, exceto talvez para nossos avós ou bisavós. A margarina está disponível para consumo há menos de um século e obviamente não estamos geneticamente adaptados a consumir tal alimento. Nunca houve nenhuma evidência boa de que ela é benéfica para a saúde, portanto, da próxima vez que você se deparar com alguém questionando seus hábitos de consumo de manteiga use este e outros estudos deste site para que estas pessoas também possam adotar hábitos mais saudáveis.

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Referências:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9618043

(1) More SS, et al. The Butter Flavorant, Diacetyl, Exacerbates β-Amyloid Cytotoxicity. Chemical Research in Toxicology, Published on-line 25 June 2012

http://www.bmj.com/content/346/bmj.e8707

http://ajcn.nutrition.org/content/early/2010/01/13/ajcn.2009.27725.abstract

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11024006

http://jn.nutrition.org/content/134/11/3100.abstract

http://chriskresser.com/for-a-healthy-heart-stick-to-butter

http://en.wikipedia.org/wiki/Weston_Price

http://www.drbriffa.com/2012/08/02/margarine-additive-linked-with-alzheimers-disease/

http://www.westonaprice.org/

http://thepaleodiet.com/wp-content/uploads/2012/04/CRC-Chapter-2006a1.pdf

Framingham Heart Study

Pearce ML and Dayton S.  Incidence of Cancer in Men on a Diet High in Polyunsaturated Fat. Lancet. 1971;297(7697):464-467.

Krumholz HM and others. Lack of association between cholesterol and coronary heart disease mortality and morbidity and all-cause mortality in persons older than 70 years. Journal of the American Medical Association 272, 1335-1340, 1990.

Daytons S, et al.  A Controlled Clinical Trial of a Diet High in Unsaturated Fat in Preventing Complications of Atherosclerosis.  Circulation. 1969;150(1 Suppl 2): 1-62.

Jacobs D and others. Report of the conference on low blood cholesterol: Mortality associations.Circulation 86, 1046–1060, 1992.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/6538617

http://www.westonaprice.org/cardiovascular-disease/benefits-of-high-cholesterol

Nanji, A A, et al, Gastroenterology, Aug 1995, 109(2):547-54; Cha, Y S, and D S Sachan, J Am Coll Nutr, Aug 1994, 13(4):338-43; Hargrove, H L, et al, FASEB Journal, Meeting Abstracts, Mar 1999, #204.1, p A222.

http://en.wikipedia.org/wiki/Butyric_acid

http://en.wikipedia.org/wiki/Lauric_acid

Watkins, B A, et al, “Importance of Vitamin E in Bone Formation and in Chrondrocyte Function” Purdue University, Lafayette, IN, AOCS Proceedings, 1996; Watkins, B A, and M F Seifert, “Food Lipids and Bone Health,” Food Lipids and Health, R E McDonald and D B Min, eds, p 101, Marcel Dekker, Inc, New York, NY, 1996

21 Comentários

  1. Rodrigo Leite

    Oi Bruna, oi Caio, tudo bem?
    Excelente artigo!!
    É uma pena ver um alimento de verdade tão rico, nutritivo e saboroso ter sido criminosamente denegrido por tantas décadas. Já está na hora de acordarmos para isso.
    Tomara que esses artigos sejam lidos com atenção e que as pessoas comecem a entender a necessidade de trocar as porcarias industrializadas que consomem por alimentos de verdade como a manteiga.
    Enfim, parabéns!!! Vocês estão com um ritmo sensacional. Não sei como estão fazendo! hehehe
    Abraços!

    Responder
    1. Caio Fleury

      Fala Rodrigo, muito obrigado pelo comentário!

      É impressionante como a ignorância ainda está a solta em meio a tanta informação, mesmo em pessoas com um nível de formação aparentemente decentes. Muitas pessoas ficam na defensiva por terem consumido margarina a vida toda, o que é uma pena. Bom, a boa notícia é que ainda existem pessoas sensatas e interessadas em tomar atitudes para melhorar a saúde e a qualidade de vida.

      Adicionei mais uma dúzia de referências que estavam faltando. Para quem estiver interessado.

      Abraços, volte sempre!

      Responder
  2. PaleoBrasil

    o problema da manteiga é que não encontro tablete maior que 200g! 😛

    Responder
    1. Caio Fleury

      Acaba muito rápido né!!

      Responder
  3. Virgulino Ferreira

    Uma dúvida: quando se submete a manteiga ao fogo, ela também oxida? Em suma, pode-se fazer fritura com manteiga. O que devo usar no ovo frito, para evitar oxidação? Desculpe-me a ignorância. Muito obrigado.

    Responder
    1. Bruna Machado (Publicações do Autor)

      Virgulino,

      obrigada pela pergunta pertinente!

      a manteiga, por ser uma gordura saturada, é muito mais estável e mais difícil de oxidar. No entanto, nenhuma gordura deve ser aquecida em excesso. Para cozinhar no dia a dia, fazer ovo como você disse, a manteiga é, de longe, a melhor opção. Mas use pouca quantidade, fogo baixo, e deixe para adicionar mais manteiga quando o prato estiver pronto, assim você evita aquecer demais boa parte da manteiga que consome!

      Volte sempre!! Abs

      Responder
      1. Virgulino Ferreira

        Muito Obrigado!
        Vida longa ao site…
        Já tenho feito isso, uso bacon no preparo de ovos e carne. E intuitivamente, tenho usado pouco calor, que faz toda diferença, bem como entro com a manteiga mais pro final, pra evitar muita fritura e a consequente oxidação. Perguntei para obter o fim dúvida e agradeço demais a resposta.
        Vida longa a vocês e ao Primal Brasil!!!
        Parabéns.

        Responder
        1. Bruna Machado (Publicações do Autor)

          Obrigada você pelos elogios!! Estamos sempre à disposição!!

          Responder
  4. Camilla Janiques

    Olá!!
    Gostaria de parabenizá-los pelo site. Excelente!!
    Eu comecei a repensar mais a alimentação, após fazer muitas dietas sem nenhum resultado satisfatório… primeiro descobri o Rodrigo do Emagrecer de Vez e agora vocês… E assim descobri que estamos sendo enganados e recebendo informação imprópria desde sempre, somos bombardeados pela mídia e pela indústria, fazendo-nos acreditar que em alguns casos, apenas tomar remédio nos ajuda a emagrecer… e que nos entupir de grãos integrais é saudável e faz bem… Obrigada por tirar a venda há tanto tempo tapando nossos olhos. Abraços!!

    Responder
  5. Polly

    Estou adorando ler seus artigos, parabéns!
    Desculpe a minha ignorancia, mas a manteiga que você se refere é a de leite?
    Nao ficou muito claro pra mim.
    É com essa manteiga que você cozinha?
    Obrigada!

    Responder
    1. Bruna Machado (Publicações do Autor)

      Sim polly, é a manteiga de leite. Abs.

      Responder
  6. Maurício

    Olá Caio !
    Ao longo de 2013, introduzi mudanças rumo a dieta Paleo.

    Tenho lido a respeito da manteiga, e passei a usar em grande volume.
    Também li sobre óleo de coco e seus benefícios, e sua utilização no pós-exercício.
    Daí que, em caráter experimental, ao invés de óleo de coco, tenho usado a manteiga no pós-exercício.
    Tenho me sentindo bem com isso, mas não tenho como mensurar, são apenas as percepções.

    Pergunto:
    É saudável ?
    Implica em algum problema metabólico-fisiológico-etc ?
    É uma substituição adequada para o pós-exercício ?

    Desde já, agradeço o teu formidável trabalho !
    Paz !

    Maurício

    Responder
    1. Bruna Machado (Publicações do Autor)

      Coma manteiga à vontade. Abs Bruna

      Responder
  7. Beatriz

    Gostaria de saber se o mesmo vale para a manteiga clarificada.

    Responder
    1. Bruna e Caio (Publicações do Autor)

      Sim vale. Abs

      Responder
  8. Afonso Celso de Moraes

    Qual manteiga, a mais branca ou a mais amarela?
    Talvez seja a mais amarela, pois, tem marcas “tradicionais” usando urucum para tornar o produto mais amarelo!
    O amarelo significa vitamina A que vem do Betacaroteno presente no pasto (ômega6=ômega3).
    O mais branco significa falta de pasto (vacas tratadas à grãos ricos em omega6)

    Responder
    1. Bruna e Caio (Publicações do Autor)

      Se melhorar o seu perfil lipídico como ocorre com a grade maioria das pessoas sim. Abs

      Responder
  9. Valter Ribeiro Nogueira

    Aprecio muito seu Site. Gostaria de saber se a pessoa que tem intestino irritável pode usar manteiga, pois tenho intolerância muito grande ao leite de vaca. A manteiga muito antiga e conhecida da marca Aviação é boa para o consumo? E a manteiga clarificada do que se trata? Existe alguma marca recomendada? Obrigado e um abraço. Maio,18, 2015 às 15:07.

    Responder
    1. Bruna e Caio (Publicações do Autor)

      Só quem tem muita intolerância a lactose não tolera manteiga, pois ela é MUITO baixa em lactose. A clarificada tem zero de lactose. No Brasil não sei te dizer qual marca de Ghee é melhor. Muito obrigado =)

      Responder
  10. Túlio Sérvio Landi

    Bom dia!
    A manteiga da marca Kerrygold é vendida no Brasil?
    Aonde achar e comprar?
    Agradeço antecipadamente a atenção que dispensarem.Tslandi

    Responder
  11. Marciléia

    Olá boa tarde. Tenho minha própria experiência de como sou muito atacada pela toxina da margarina. Passo meses sem come-la, me sinto bem, mas no dia que como ela, começo a espirrar, sinto dores de cabeça, gripo muito forte e tenho insônia. Antes eu achava que era bogagem mas fiz vários testes durante um ano e tirei a conclusão: não vale a pena cair nessa tentação de trocar o útil pelo agradável só porque todo mundo na maioria come.

    Responder

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