A cura da acne

A acne afeta entre 40 a 50 milhões de indivíduos nos Estados Unidos, sendo que ela afeta adolescentes em sua maioria, embora ela também aconteça em crianças e adultos.

As comunidades médicas e dermatológicas geralmente descartam a dieta como um agente causador do desenvolvimento da acne. Não é a toa já que ambas suportam a venda de cosméticos e remédios para diminuir os sintomas da acne, promover uma mudança nos hábitos alimentares das pessoas parece uma tarefa muito mais difícil e menos lucrativa do que recomendar o uso de drogas. Por mais difícil que seja de acreditar, este dogma persistiu por pelo menos algumas décadas, apesar de não haver nenhuma evidência suportando esta conclusão.

Doutor Loren Cordain, famoso cientista da Universidade de stanford é um pioneiro no estudo da acne e sua ligação direta com a alimentação.   Dr Cordain conduziu diversos estudos que levaram posteriormente a criação de um dos seus 6 livros “The Dietary Cure For Acne” (A cura da acne pela dieta).

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De acordo com Dr. Cordain em seu artigo “As implicações do papel da dieta na acne”, a noção que a dieta não causa acne foi baseada somente em dois estudos mal controlados, conduzidos há mais de 30 anos. Com o objetivo de trazer a “boa ciência” para o conhecimento das comunidades médicas e dermatológicas a respeito do assunto, Dr Cordain publicou um artigo chamado “Acne vulgaris: uma doença da civilização ocidental”, em 2002. Apesar de ter recebido um certo destaque com sua publicação, o “status quo” prevaleceu e dogma persistiu até os dias de hoje.

Fatores hormonais

Embora a ciência atual não associe diretamente a dieta ao desenvolvimento da acne, uma dieta rica em carboidratos de alta carga glicêmica, açúcares e  em alguns laticínios é um fator reconhecido pela ciência por causar hiperinsulinemia crônica e aguda. Evidências recentes demonstram que a hiperinsulinemia causada pela dieta gera uma cascata hormonal, disparando uma resposta do sistema endócrino que simultaneamente promove uma desregulação do crescimento dos tecidos e aumenta a síntese de hormônios andrógenos (hormônio esteróide precursor dos hormônios sexuais).

A cascata hormonal causada pela hiperinsulinemia desregula o crescimento dos tecidos e também eleva os níveis dos fatores de crescimento semelhante à insulina (IGF-1) e reduz os níveis da proteína 3 de ligação aos fatores de crescimento similares à insulina (IGFBP-3). 

O IGF-1 é um potente estimulante do crescimento de tecidos no corpo, incluindo os folículos (cavidades nas glândulas, como poros da pele) aonde se desenvolvem as espinhas e cravos, e sua alta concentração aumenta o crescimento destes tecidos. Por consequência, o IGFBP-3 é um inibidor de crescimento que previne que IGF-1 se ligue aos seus receptores. Quando ambos estão desregulados, o crescimento dos tecidos é aumentado.

A produção de sebo (oleosidade da pele), essencial para o desenvolvimento da acne, é estimulada por hormônios andrógenos. Consequentemente, a hiperinsulinemia está relacionada à acne devido aos seus efeitos nos hormônios andrógenos.

A acne é mais frequente na adolescência devido a alta atividade hormonal e o desenvolvimento da sexualidade, a produção de andrógenos se encontra acelerada nesta fase e isso combinado com a má alimentação, aumenta a produção de insulina e IFG-1,  criando um ambiente propício para o desenvolvimento da acne.  Mulheres com acne após a adolescência mantém concentrações elevadas de sérum IFG-1 e também são moderadamente resistentes à insulina.

Assim sendo, a dieta pode ser um fator ambiental ainda não reconhecido no desenvolvimento da acne, por meio da sua influência na produção de insulina, aumento do IFG-1 e redução IGFBP-3, que levam a uma cascata hormonal que atua no crescimento folicular (cavidade nas glândulas) e também na secreção de sebo regulada pelos hormônios andrógenos.

Embora a higienização e a aplicação de produtos naturais também ajudem a diminuir a acne, a raiz do problemas deve ser abordada para que o problema seja resolvido de maneira efetiva e isto inclui, principalmente, a alimentação e o estilo de vida.

Alimentos que contribuem para a acne

Estes alimentos são basicamente os alimentos aos quais não somos genéticamente adaptados a consumir, de modo a não ocorrer uma resposta hormonal que favoreça o desenvolvimento da acne. No entanto, nossos genes não tiveram tempo para se adaptarem ao consumo destes alimentos, contendo neles substâncias como lectinas, glúten e antinutrientes que são estranhas  ao nosso organismo, que estão relacionadas ao desenvolvimento de alergias,  inflamações e reações adversas ao organismo, como a acne.

Alguns laticínios (principalmente o leite)

Neste estudo conduzido em 4273 meninos, foi encontrado uma associação positiva com o consumo de leite integral e desnatado com a acne, de modo a sugerir uma associação positiva entre o consumo de leite e sua influência na produção de hormônios endógenos que geram a acne.

Queijos e iogurtes industrializados também contribuem para o desenvolvimento da acne.

Grãos e leguminosas

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Grãos como o trigo (principalmente), cevada, arroz integral, aveia e leguminosas como feijões, amendoim, grão de bico, lentilha, consumidos em sua forma tradicional, são ricos em lectinas, acido fítico e antinutrientes que contribuem para o desenvolvimento da acne, junto com o seu potencial de aumentar a produção de insulina e hormônios endógenos.

As lectinas são proteínas que se ligam aos carboidratos e que geram reações inflamatórias e tóxicas ao organismo, tendo um relacionamento direto com o desenvolvimento de doenças autoimunes tais como: a artrite reumatóide, diabetes, etc.

O consumo de ácido fítico está associado a diversos problemas de saúde, pois ele inibe a absorção pelo intestino de nutrientes essenciais ao organismo, os quais sua falta está associada ao desenvolvimento da acne, como o magnésio e vitaminas do complexo B.

Estes alimentos quando germinados, ou pré-germinados por muitas horas antes do cozimento diminuem substancialmente  a quantidade de antinutrientes, lectinas e carboidratos, diminuindo consideravelmente a capacidade destes alimentos em gerar reações adversas ao organismo, incluindo a produção de insulina e hormônios endógenos.

Chocolate ao leite e 50% cacau

Este alimento possui quantidades altas de açúcar e leite e quantidades muito reduzidas de polifenóis (antioxidante muito benéfico a saúde que é rico no cacau)  de modo a desencadear a cascata hormonal que leva à formação da acne, ao contrário do chocolate rico em cacau e baixo em açúcar.

Alimentos industrializados ricos em açúcar e grãos processados

Barrinhas de cereal, salgadinhos, pão, pizzas, massas, sorvete, bombons, bolos, etc todos estão associados a uma maior produção de insulina e hormônios endógenos que favorecem a criação da acne.

Bebidas ricas em açúcar

Refrigerantes e sucos (naturais ou industrializados), que são ricos em açúcar.

 

Alimentos recomendados

Alimentos que estamos mais genéticamente adaptados a consumir, os quais não contribuem para a produção dos hormônios relacionados ao desenvolvimento da acne. São basicamente as carnes, ovos, aves, frutos do mar, nozes, oleaginosas, abacate, azeite de oliva, óleo de coco, frutas, verduras e tubérculos.

Laticínios como manteiga e Ghee e também chocolate rico em cacau, são muito nutritivos e  não foram relacionados a acne.

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Solução para o problema

Se você tem problemas com acne, alergias e sensibilidade alimentar, um bom conselho é fazer uma mudança radical em sua dieta, passando a consumir alimentos que formam a base da alimentação humana e tem sido assim há milhares de anos, como: carnes, frango, frutos do mar, ovos*, vegetais e frutas. Aos poucos, acrescente outros alimentos, para assim poder testar sua reação específica a cada um deles.

* A clara do ovo deve ter uma atenção maior quando a questão é alergia alimentar.

Incluir suplementos como Vitamia D3, zinco e Omega 3 DHA de óleo de peixe alinhados a alimentação estão associados a uma melhora dos sintomas.

Estresse e o sono

A falta de sono e estresse causam a acne por meio do aumento da inflamação, resistência a insulina e o aumento do consumo de carboidratos refinados.

Um estudo feito pela Centro Médico da Universidade de Chicago em 1996, mostrou que uma pequena privação do sono (de 1 a 2 horas a menos por noite) durante uma semana aumentou severamente a resistência à insulina, diminuindo assim  a capacidade do corpo de utilizar glicose, o que contribui à diabetes e a acne também.

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A falta de sono aumenta as citocinas inflamatórias que induzem a inflamação sistêmica. Alguns estudos demonstram um aumento de 40 a 60% dos marcadores de inflamação. Isto ajuda a explicar porque dores flamejantes ocorrem em resposta à privação de sono. Mesmo uma restrição modesta no sono afeta negativamente os níveis de citocinas inflamatórias.

Além disso, a privação do sono e o estresse também contribuem indiretamente para a acne, pois o estresse e a privação do sono aumentam a fome e a diminuem a capacidade natural de nosso corpo de produzir hormônios que controlam o apetite, tornando as pessoas mais suscetíveis a consumirem mais carboidratos provenientes de grãos e açúcar. Os níveis do hormônio grelina (que aumenta o apetite) aumentam, enquanto os níveis de leptina (que regulam o apetite), diminuem.

Estudos epidemiológicos

O índice de casos de acne é extremamente alto em sociedades ocidentais industrializadas, sendo que nos Eua, de 79% a 95% de todos os adolescentes entre 16 e 18 anos tem acne. As pesquisas de Loren Cordain e de outros profissionais tem demonstrado que a acne está sempre presente no mundo ocidental, mas são praticamente inexistentes em sociedades indígenas tradicionais.

Existem poucos estudos epidemiológicos conduzidos com populações não civilizadas, no entanto todos estes estudos apontam unanimamente para o mesmo resultado, de que a taxa da incidência de acne nas populações não civilizadas são extremamente menores do que em populações civilizadas, sendo quase impossível de se notar.  Não obstante, existem diversos relatos históricos de médicos e historiadores e suas observações quanto à saúde da pele, vigor físico e saúde geral destas populações isoladas.

Em um estudo conduzido pelo Dr Cordain e o médico Sueco Staffan Lindeberg  foram examinados 1200 indivíduos da população indígena da Polinésia Francesa chamado Kitava (incluindo 300 com idades de 15 a 25 anos). Também foram examinados 115 indivíduos da população indígena Aché do Paraguai (incluindo 15 com idades de 15 a 25 anos). Durante 843 dias de estudo, nenhum caso de acne ativa (de todos os graus) foi detectado.

A conclusão do estudo foi a seguinte:

“A chocante diferença nas taxas de incidência de acne entre populações não-ocidentais e sociedades totalmente modernizadas não pode ser atribuída somente às diferenças genéticas entre as populações, mas provavelmente resultam dos diferentes fatores ambientais. A identificação destes fatores podem ser úteis no tratamento da acne em populações ocidentais.”

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Os alimentos consumidos pela população dos Kitava são:

A população dos Kitava consomem cerca de 70% das calorias diárias em forma de carboidratos de baixa carga glicêmica provenientes de tubérculos, frutas e vegetais. Eles não consomem nenhum alimento neolítico (pós- desenvolvimento da agricultura) como o açúcar, óleos vegetais industrializados, derivados do leite, álcool, margarina e cereais.

Os hábitos alimentares deles não são influenciados pelos alimentos ocidentais. Tubérculos, peixes, coco, frutas e vegetais representam os principais alimentos dos Kitava. (1, 2)

 Os alimentos consumidos pelos Aché são:

A dieta dos Aché consiste em torno de 86%das calorias diárias de alimentos naturais, como  carnes selvagens (17%), alimentos cultivados (69%) consistindo em sua maioria de mandioca, seguido de amendoim, milho e arroz. Os 14% restante  consiste em alimentos obtidos de fontes ocidentais como, carnes domesticadas, pão e chá. (2)

Em outros estudos como o conduzido pelo médico Schaefer, outras populações foram estudas e a ausência de acne foi constatado.  Schaefer passou mais de trinta anos estudando os esquimós, população indígena da Groelândia e do Alaska e constatou que a acne era inexistente nesta população, quando eles estavam vivendo e se alimentando da sua maneira tradicional, mas após a integração com a sociedade ocidental, o aparecimento de acne se tornou muito prevalecente e similar ao das sociedades ocidentais

 Conclusão

Apesar de alguns indivíduos poderem ter muito mais suscetibilidade genética do que outros,não é a melhor opção tratar a acne como uma doença que é geneticamente “imposta” à pessoa e submetê-la à horas de consultas com dermatologistas e fortunas gastas com remédios e produtos cosméticos para minimizar o problema.

Embora estas sugestões possam não servir para todas as pessoas, devido a resistência a adotarem novos hábitos alimentares eliminando alimentos que favorecem o aparecimento da acne, elas são a melhor maneira de chegar ao centro das causas do desequilíbrio fisiológico por trás da acne.

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Referências:

(1) http://thepaleodiet.com/wp-content/uploads/2012/04/Determinants-of-serum-triglycerides-and-high-density-lipoprotein-cholesterol-in-traditional-Trobriand-Islanders-the-Kitava-Study.pdf

(2) http://archderm.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=479093#ref-dob10212-34

(3) http://thepaleodiet.com/wp-content/uploads/2012/04/Cordain-US-Dermatology-Reviews.pdf

(4) http://thepaleodiet.com/wp-content/uploads/2012/04/Implications-for-the-Role-of-Diet-in-Acneabstract.pdf

(5) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12055986

(6) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18194824

(7) http://thepaleodiet.com/the-dietary-cure-for-acne/

11 Comentários

  1. Maria Fernanda Piereck Magalhães

    Amo MUITO o site de vocês e cada post.
    Tenho uma página no facebook e vivo copiando o site de vocês lá!
    Gostaria de parabeniza-los!!!!!

    beijos

    Responder
  2. Adolfo Neto

    Olha o que está agora no UOL:
    http://itodas.uol.com.br/beleza/cardapio-antiacne-especialista-indica-o-que-comer-para-fugir-das-espinhas/

    “A insulina tem um papel inflamatório e parece agravar ainda mais a inflamação e aumentar a severidade da doença”, explica Volpe, que ainda destaca o papel dos leites e derivados na piora do quadro. Por outro lado, alimentos com baixo índice glicêmico, probióticos, ómega-3 e antioxidantes parecem ter um impacto positivo no controle da doença.

    AGRAVA: Carboidratos
    Os principais inimigos são o açúcar ou os carboidratos vazios, como os alimentos feitos com farinha branca, arroz branco, batata e os derivados da cana de açúcar, não só o açúcar, que liberam insulina no sangue. Este processo libera uma cascata de eventos inflamatórios e hormonais, que causam acne. O mais indicado é ingerir pão com multigrãos, vegetais e feijões. No caso das frutas, existem algumas com alto índice glicêmico, com o é o caso da banana, melancia e kiwi. Prefira cereja, maçã ou ameixa.

    Responder
  3. Marina Medeiro

    Muito Bom! Realmente tudo o que eu sempre pensei. Sou bióloga e sei o quanto o ambiente influencia a genética de uma pessoa. Cada ser nasce com uma série de informações e as condições ambientais é que ditam quais serão “ativadas” e quais não. Genética e Meio ambiente andam juntos.Tenho tido muitos problemas por causa da minha dieta e do estilo de vida ocidental urbano, que estão desencadeando mais e mais problemas na minha saúde. Triste realidade!

    Responder
  4. Maria W.Santos

    Toda esta matéria está de parabéns! Muita gente, inclusive eu, já gastei dinheiro, tempo, com remédios para eliminar acne de meu filho de14 anos, e, comigo mesma que possuo essa acne rosácea pelo nariz, mais decidi ajudar meu filho por vê-lo nessa idade linda e com muita acne, por sinal, já está melhor, retirei a uns 15 dias todo tipo de refrigerante. Há uns 03 dias cortamos os pães, até os integrais, cortamos o leite ( grande vilão), queijos e seus derivados. Fácil não é, mas, p o bem de todos e da pele, nosso cartão de visita, élóri ótimo, e ainda emagrece. Glória a Deus, por incentivar os pesquisadores e outros profissionais do ramo que se interessam por fazerem essas pesquisas e publicações, ajudando a todos.
    Agora , é continuar com a nova dieta, que é bem rica,inclusive em saúde. Indico a todos que sofrem desta acne, que testem tudo que a publicação indica. Eu e meus filhos N.e P. ´já começamos. O lado negativo é qdo vamos dar uma volta pela cidade, praças, shopping, etc, não temos como nos alimentar direito, pois, na maioria da ofertas de alimentos são industrializados. Mas, o Senhor está nos ajudando sempre. Fiquem todos bem.

    Responder
  5. Bábara

    Ótima matéria, muito informativa, o que estava precisando e querendo ler, parabéns!
    A alimentação é a base de tudo, é claro que influencia, e na maioria dos casos é a causa da acne. As grandes industrias publicam o contrário pra não perderem seu dinheiro, dizem que não tem relação alguma. Coitado de quem acredita.
    Estou querendo testar essa dieta por 1 mês pra ver os resultados. Só fiquei triste em saber que arroz integral e a lentilha ajudam a piorar o quadro 🙁 amo esse dois alimentos.

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  6. Natasha

    Fiquei surpresa com o feijão.. Não sabia que fazia um mal assim.. :/

    Responder
    1. Bruna e Caio (Publicações do Autor)

      Não faz, depende da sua alimentação =)

      Responder
  7. Monica

    Há um mês retirei leite e derivados da minha alimentação. Minhas espinhas desapareceram, a oleosidade do rosto e couro cabeludo diminuiu muito e a queda de cabelo reduziu levemente. Fiquei impressionada!

    Responder
  8. Minha Dieta de Kitava

    Antigamente eu sempre tinha problemas digestivos devido ao café da manhã… comecei a pesquisar a partir de então e descobri o jejum intermitente, que foi ótimo para começar a melhorar minha saúde. Após pesquisar mais, descobri a dieta primal e minha saúde e físico melhoraram muito mais. Hoje em dia, já “curado” da resistência à insulina, pratico a Dieta de Kitava, pois como tenho tendência a ser magro, meu corpo lida melhor com maiores concentrações de carboidratos. Nunca me senti tão bem, não sinto falta alguma das comidas ocidentais, obviamente por questões sociais de vez em quando bebo, como “porcarias” e etc, mas mesmo assim tento manter a regra dos 80%.

    Responder
  9. ingrid

    gratidão pelos pontos abordados aqui. gostaria de saber quanto tempo leva para o organismo desinflamar de alimentos processados … valeu!

    Responder
    1. Caio Fleury (Publicações do Autor)

      De nada

      Responder

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